segunda-feira, 27 de julho de 2009


Morar aqui é normal. (Claro que não ¬¬)
Quero dizer, minha mãe ainda me manda comprar pão de manhã, lavar a louça depois do almoço, dar comida pro gato de noite, fechar as janelas antes de dormir, limpar a casa todos os dias, arrumar o quarto todo hora, tomar banho mais do que eu quero...
Mas a padaria é mais cara, a pia é menor e mais baixa, eu só tenho um gato, eu odeio as janelas de alumínio da minha casa, aqui nunca parece que está sujo, meu quarto é muito claro e isso torna-o limpo e arrumado e eu quase nunca sinto real necessidade de tomar banho...
Eu ainda mantenho os velhos hábitos: como o dia inteiro, fumo antes de dormir, depois do almoço, e no meio da tarde, faço muitas ligações longas por dia, atendo outras 200 da minha mãe... Mas nada, eu disse nada é o mesmo de antes.
Fumar requer uma habilidade enorme, porque é difícil ficar parada na frente de uma janela de alumínio escrota, evitando que a fumaça entre. Eu tenho feito nada mais que o normal. Essa casa é clara demais, de maneira que em nenhum maldito minuto da porra do meu longo dia, a luz é ausente. Eles está sempre tentando invadir a casa. Sejam os malditos raios U.V ou dos fracos feixes de luz provenientes das reações das lâmpadas fluorescentes de magnésio lá de fora.
Maldito seja o vidro que cobre os espaços escrotos janelas de alumínio. Malditos sejam os velhos (90% dos habitantes) do meu prédio.
Malditos sejam as inúmeras portas do meu prédio, que devem servir para dificultar o trabalho dos pobres assaltantes, moradores da maldita Travessa Iara.
Maldita seja esse lugar, que me deu a falsa esperança de que eu estaria mais perto de você; o que não acontece, porque cada dia que passo aqui é só lamentando por não estar com você.
Você anda me dando voltas, me deixando longe e me deixando louca. Minha cabeça está a mil;


[Ah, tudo encenação. Eu quero você, disso não abro mão. Sua presença nessa casa clara demais é o que me falta. Você do meu lado. Ou encima, embaixo, de quatro, de lado, em pé... Só isso.]

[01:52 >.<]

Morar aqui é normal. (Claro que não ¬¬)
Quero dizer, minha mãe ainda me manda comprar pão de manhã, lavar a louça depois do almoço, dar comida pro gato de noite, fechar as janelas antes de dormir, limpar a casa todos os dias, arrumar o quarto todo hora, tomar banho mais do que eu quero...
Mas a padaria é mais cara, a pia é menor e mais baixa, eu só tenho um gato, eu odeio as janelas de alumínio da minha casa, aqui nunca parece que está sujo, meu quarto é muito claro e isso torna-o limpo e arrumado e eu quase nunca sinto real necessidade de tomar banho...
Eu ainda mantenho os velhos hábitos: como o dia inteiro, fumo antes de dormir, depois do almoço, e no meio da tarde, faço muitas ligações longas por dia, atendo outras 200 da minha mãe... Mas nada, eu disse nada é o mesmo de antes.
Fumar requer uma habilidade enorme, porque é difícil ficar parada na frente de uma janela de alumínio escrota, evitando que a fumaça entre. Eu tenho feito nada mais que o normal. Essa casa é clara demais, de maneira que em nenhum maldito minuto da porra do meu longo dia, a luz é ausente. Eles está sempre tentando invadir a casa. Sejam os malditos raios U.V ou dos fracos feixes de luz provenientes das reações das lâmpadas fluorescentes de magnésio lá de fora.
Maldito seja o vidro que cobre os espaços escrotos janelas de alumínio. Malditos sejam os velhos (90% dos habitantes) do meu prédio.
Malditos sejam as inúmeras portas do meu prédio, que devem servir para dificultar o trabalho dos pobres assaltantes, moradores da maldita Travessa Iara.
Maldita seja esse lugar, que me deu a falsa esperança de que eu estaria mais perto de você; o que não acontece, porque cada dia que passo aqui é só lamentando por não estar com você.
Você anda me dando voltas, me deixando longe e me deixando louca. Minha cabeça está a mil;


[Ah, tudo encenação. Eu quero você, disso não abro mão. Sua presença nessa casa clara demais é o que me falta. Você do meu lado. Ou encima, embaixo, de quatro, de lado, em pé... Só isso.]

[01:52 >.<]


Lovecats. HAHA


Gatos são incríveis. Nunca escondi minha admiração por felinos.
Ter gatos é uma arte é uma arte. Um gato é uma arte; porque eles não são só animais domésticos. Eles são um bibelô; desses que se põe na estante pra enfeitar.
Eles deixam o ambiente mais bonito, mais agradável, mais estiloso e mais vivo.
É uma arte tê-los porque é uma arte domá-los.
Diferentemente dos cães, você precisa conquistar um gato.
Desde o momento do seu primeiro encontro com um felino, você precisa calcular seus gestos para conquistá-lo. E ele não sucumbi facilmente.
Alguns dizem que gatos são animais traiçoeiros e sem laços. Dizem que eles estão sempre prontos para te arranhar, morder e fugir se você virar as costas; ao contrário de um cão, que te recebe em casa todos os dias com o rabo abanando, independente do que aconteça. O cão está sempre pronto para tomar um novo chute e continuar subordinado à você.
Os que dizem isso nunca conquistaram um gato. Não dominam a arte de conquistar um canalha. Sim, os gatos são uns canalhas, com seus bigodes, pêlos macios, olhos fabulosos e enigmáticos, andar malandro... mas são conquistáveis. E isso só depende de você ;)
Porque os cães são considerados os melhores amigos do homem? Porque não tem orgulho e estão do lado do dono, seja ele quem for?
Um cão vai até você e, sem desafio nenhum, se entrega.
Ah, eu prefiro os gatos. Que além de mais divertidos, inteligente, interessantes, misteriosos,

envolventes, são mais bonitos... espera! Eu ainda estou falando dos felinos?! O_O
Ah, não agüento..! Os assuntos sempre acabam em você...

;**:

sábado, 25 de julho de 2009


“Se negares mi presencia
em tu vivir
bastaria com abrazarte
y conversar
Tanta vida yo tedi
que por fuerza llevas ya
sabor a mi...” *


“Pasarén más de mil años,
mucho más
Yo no sé si tenga amor
la eternidad,
ero allá tal como aqui
em la boca llevarás
sabor a mi...” **

* Se negares minha presença
em teu viver,
bastaria eu te abraçar
e conversar
Tanta vida já te dei
que na certa tu já tens
o meu sabor


**Passarão mais de mil anos
muitos mais
Eu não sei se tem amor na eternidade
mas lá, tal como aqui
na tua boca sentirás
o meu sabor


Bolerinhos, gente


“Como dois e dois são quatro
Estou certa que a vida vale a pena
Mesmo o pão sendo caro e a liberdade (e a felicidade) pequena.”


“Não culpe ninguém, nunca reclame de ninguém nem de nada, porque fundamentalmente você fez da sua vida o que bem queria.”

-Benedetti.


Existem dois tipos de pessoas:

As pessoas que nasceram pra escrever;
Esse tipo transforma até uma receita de bolo em algo fascinante e empolgante.
E as pessoas que escrevem porque nelas predominam o pensamento do tipo 2;


[esclarecimento: existe também dois tipos de pensamentos;
O primeiro tipo é o pensamento comum. Aquele que você pode dividir, contar pro seu amigo, pra sua mãe, pro pedreiro (etc), e nenhum deles vai te chamar de maluco, doido, sádico, safado, sujo, doente, mongol, idiota, sequelado, alienado, nerd, egoísta, mal-educado, sem-vergonha, filho-da-puta, etc.
O segundo tipo é o mais difícil de ligar. Porque são os pensamentos, por alguma motivo, sujos. Porque quando você conta para qualquer pessoa – mesmo que todas as pessoas pensem todos os tipos de coisas, de todas as espécies, sobre todas as hipóteses – ela jamais é capaz de olhar no espelho e lembrar já teve esse pensamento ou que poderia ter sob determinada situação. Ao invés disso, essa pessoa constrói instantaneamente uma figura da sua pessoa baseado na merda que você acabou de pensar e, inocentemente, transmitiu, pois se estivesse ciente da reação espalhafatosa dessa pessoa, com certeza pensaria 3 vezes antes de falar o que você pensa.]
O problema das pessoas é que elas logo se predispõe a pensar que você é isso ou aquilo porque você disse uma coisa ou outra. Por isso que nem tudo que você pensa deve ser dito. Quando irracional, idiota, exagerado ou irreal, escreva. Seu papel e seu lápis nunca vão fazer mau juízo de você.

É por isso que existem dois grandes grupos de pessoas:
As que sabem o que estão fazendo enquanto escrevem;
E as que escrevem o que NÃO sabem; o que não podem dizer à ninguém, mas que devem desabafar,

porque guardar faz mal u.u
Se bem que alguns desses caras que sabem o que escrever e sabem o que estão escrevendo são uns doidos varridos; escrevem viagens profundas e geniais, com todo e nenhum charme e sentido do mundo.
Bom, mas definitivamente não é o meu caso. Eu não sei o que faço aqui. Rabisco espaços brancos e subtraçados de uma folha de papel*. Fazendo movimentos circulares, transversais, horizontais e verticais eu formo palavras, verbetes, adjetivos, pronomes, substantivos, palavrões... Juntos, num contexto, eles reproduzem as minhas idéias e os meus pensamentos mais variados, loucos e proibidos.
É até meio injusto se nos pusermos a pensar: eu tiro do meu cérebro o que é meu, estava guardado e que sem querer (ou querendo) eu estava pensando na hora. Arranco da minha mente esses traçados e formo coisas. Essas coisas que estavam na minha mente, agora estão aqui, num pedaço de papel.
Mesmo que eu estivesse rabiscando na parede... saiu de um sitio abstrato e particular para pertencer à um plano real e tangível.
Puta sacanagem, cê não acha?

*Escrevo no papel, depois vem pro blog ;)


Estive pensando... quando foi que eu deixei que as coisas chegassem a esse ponto? Desejar te ver para ter um dia alegre? Quando você começou a ser o elo importantíssimo para minha essência? Eu não sei. Só aconteceu. Assim do dia pra noite... de repente num sonho.

segunda-feira, 20 de julho de 2009


“Eu tinha que dosar muito bem o pouquinho de amor que restava dentro de mim para evitar que o tanque ficasse a zero e o motor parasse. Não perdia a esperança de recarregar em, algum lugar. Utópica de merda. Fodida mas sonhando com encontrar algo bonito dentro de mim que me enchesse o tanque até em cima para repetir tudo e ser novamente aquela pessoa generosa e boa amante. Você é imbecil?, eu me perguntava. E ás vezes até respondia: sim, você é uma besta.”

quarta-feira, 15 de julho de 2009



Essa é a parte mais curiosa da personalidade das pessoas: Mente? Não mente? Porquê? Omite? Acha que está certo ao mentir? Sabe que está errado e continua mentindo? Mente mas se arrepende no segundo seguinte?
AAAAH, eu adoro saber. Ainda mais porque tenho um caráter meio peculiar nesse aspecto.
O que leva uma pessoa a mentir? Até onde essa mentira afeta em nada o resto da teia? Vantagens, desvantagens... tensíssimo essa história de mentiras.
O ser humano nunca quer ser enganado ou ter a sensação de. Mas este é essencialmente mentiroso. Vivemos assim; rodeados de mentiras e de farsas, de pessoas que mentem e que são falsas. Algumas não ligam. Entendem que isso faz parte da vida. Outras sentem nojo de mentiras, boatos, futricos e afins... Não são nem um pouco coerentes e sensatas. Mas não vamos falar sobre coerência e sensatez, se não fico doente; mentiras, incoerência e insensatez no mesmo texto, na mesma noite me mataria...

Como detectá-las? Melhor, devemos detectá-las? Ou devemos nos moldar a essas mentiras? Acreditar sobrenaturalmente nelas, de modo que virem verdades? Devemos nos acostumar com as pessoas mentirosas a nossa volta? Devemos fazer vista grossa? E em qual grau de pecado enfiar a mentira? O quanto uma pessoa está fudida quando você descobre uma mentira dela?
Acho que cada um faz do jeito que quer de acordo com o tamanho do seu incômodo.
Aliás, tudo depende. O jeito de que você vai julgar uma mentira ou a pessoa que mentiu só depende do seu critério de aceitação (ou não) para mentiras e mentirosos.
Mas o fato é que todo mundo já mentiu uma vez na vida. A diferente é que existem pessoas que vivem disso: mentir, blefar, omitir, exagerar, diminuir, contornar... Constroem suas vidas em cima de frutos da sua imaginação e falsidade. Assim fica-se muito vulneráveis. Se vivendo honestamente já fica difícil, imagine quando suas relações são falsas e seus pensamentos forjados?
É bonito pra quem é assim. Mas é nojento de se ver. Gente sem escrúpulos, sem vergonha, sem noção do tamanho do formigueiro que está cutucando com uma vara tão curta.
Porque a mentira é assim: depois que você descobre uma, não para de sair mais de onde essa veio. Quem mente um pouco, mente sempre. E quem te descobre uma vez, tem o dom de te deixar nu moralmente muitas outras.
Porque quando você está mentindo, está vestido, está mascarado, está fantasiado. Mas quando te descobrem... AAAH! Você fica nu! Fica liso. Puro (só no sentido físico, meu bem). Não tem ação. Não, isso de não ter ação é para os fracos. Quando te pegarem, na dúvida, NEGUE. Esse é o segredo: negar até o fim, querido.
Porque o tipo de mentira e de mentiroso que eu mais odeio é aquela que duvida da minha inteligência. Caso você queira mentir para mim, invente uma história com fundamentos, esperta e que seja capaz de ser contada mais de uma vez por você. Sério, nunca esquece a mentira que você contou; quando contá-la novamente, tente fazer o mais parecido possível.
E me diz uma coisa, qual é a fórmula mágica para saber quando estão ME enganando?? Ou será que

isso de percepção é um dom e eu não nasci com ele? :T

P.S.: primeiro dia na casa nova :D

quinta-feira, 9 de julho de 2009


Acho que tudo isso é só pra dizer que estou muito bem :)
Me pego cantando letras de amor por aí, conversando comigo mesmo, sonhando alto e de olho aberto... E nem preciso dizer que só o que peno é você, não é?
Está tudo muito bom... Quero dizer, queria muito mais de você no meu dia, mas fico feliz com seu
sorriso, cheiro e voz pela manhã
Se eu te amasse uma poquito más seria insuportável. Não conseguir-ia ficas tanto tempo longe. Quer dizer, eu seria obrigada a conseguir; mas faria-o passando mal; essa é a parte insuportável.
O seu amor não. Não precisa controlá-lo, dosá-lo ou medi-lo, meu bem. Estarei sempre aqui sustentando-o e retribuindo-o na mesma intensidade, direção e sentido.

“Não tenha medo, pertencemos uma a outra” :)



Não sei porque todo esse discurso sobre acreditar ou não no amor, se toda vez que estou apaixonada ele existe (ou eu acho que existe) para mim.

A gente nunca cumpre o que pensa. Somos uns merdas infiéis a nós mesmos. Nunca lembramos de tratar os “queridos” como o planejado. Aliás, planos será a próxima discussão mental. u.u


Não, eu acredito no amor. Mais do que isso, eu acredito que os humanos foram feitos para sofrer.
A gente vive nessa de procurar uma pessoa bem legal, bonita, que te divirta, que te distraia... Enfim; escolhe alguém para amar;
Daí você ama essa pessoa, planeja, sonha, deseja, jura, morre de amores... depois você fica saturado, cheio; aí seu amor acaba; você sofre, seu amor sofre; seu coração ou o do outro lateja, dói, incomoda toda vez que a cabeça pensa no ser que te deixou ou foi deixado. Vocês “sofrem” e sentem falta da parte boa, mas depois de um tempo você percebe que as partes ruins dessa pessoa gritam para você enxergá-las. Você percebe que é melhor assim, sem o outro. É mais livre, mais fresco, mais arejado. Você parte para uma saga, muito decidido de esquecer essa pessoa, afinal existem milhões de pessoas no mundo que amaríamos mais se conhecesse, mas a gente nunca conhece [52].
Mas gente, é possível esquecer uma pessoa que te proporcionou, se não tanta mas, alguma felicidade?! Aí é quando você pensa em todos os defeitos do outro e no quão desprezível essa pessoa é pra você agora.
Todo esse processo acontece mais, ou menos rápido para uns em relação a outros.
No meio de toda essa coisa do desapego, rolam conversas com o outro, rolam tentativas de reconciliação, rolam tristezas, depressões, queridas, outras bocas, outros corpos, uns porres... Tudo isso são fatores que influenciam no processo do desapego (chamo de catalisadores).
Mas tentando não perder o foco do amor, e dentro do meu ceticismo, tente realmente acreditar que isso não é um ciclo; quero acreditar que seja uma teia, onde pode haver um fim.
Quando, um dia, finalmente sua força de vontade supere sua sede de caça aos corações alheios. Um dia você vai querer o controle de um só; aí você só tem que rezar para que seja recíproco.

Assim como a felicidade, o amor é o objetivo mor da vida medíocre humana. Aliás, acredita-se que não se chega à felicidade quando não tem alguém pra amar... E não vale se for sua mãe, seu irmão, sua avó e afins; tem que ser aquele estranho que você conquistou, que deixou de ser um estranho para ser seu amor.
Mas não tem nada de cético nessa história. Só um monte de suposições, de inter-relações e de desejos cobertos de sonhos... -.-‘

Adoro as variações dessa nossa espécie humana.
Tudo que podemos fazer, pensar ou ser...
Quero dizer, não deve ser muito legal ser uma vaca. Ela não tem muitas ambições. Não sabe que as

outras vacas são muito mais legais que os bois; nem nunca saberão. O_O”

Pobres vaquinhas... sempre héteros. i_i

quarta-feira, 8 de julho de 2009


Precisava dizer que meu coração não pára de responder a sua presença desde a tarde/noite de ontem. Meu corpo ainda está inteiramente tenso por você. Isso não acontecer. Geralmente acabava depois de algumas horas. Acho que por saber que você está tão perto, meu corpo não consegue parar de desejar-te...


Se eu fosse uma música, querer-ia ser a que fica na sua cabeça.
Se eu fosse um elemento da natureza, querer-ia ser o vento que te toca, o ar que você respira; entrando, saindo e voltando para você num ciclo vital.
Se eu fosse uma chama, querer-ia ser a que acende você pra mim.
Se eu fosse palavras, querer-ia ser as que você quer ouvir.
Se eu fosse um lugar, querer-ia ser aquele que você gosta de se esconder.
Se eu fosse um corpo, querer-ia nunca sair de perto de ti.
Se eu fosse o tempo, querer-ia parar do teu lado.
Se eu fosse um desejo, querer-ia ser o nosso.
Se eu fosse um feixe de luz, querer-ia ser aquele que invade teu quarto por uma fresta da janela.

;**: amor.