
Tem dias que eu nem me reconheço. Ou se reconheço alguma coisa, essa coisa não sou eu, nem nada parecido com o que eu deveria ser.
Principalmente nos dias super quentes; eu tenho espécies de alucinações. Mas não são alucinações, só déjà vus. Quando me deparo com eles, volto à realidade; saio do transe que me prendia o dia inteiro e volto a pensar nas conseqüências e nos atos em si.
Antes dos déjà vus, eu vou andando por aí como se fosse uma cega de olhos abertos que sabe muito bem o caminho de todas as coisas que precisa.
Eu faço tudo, enxergo tudo, mas não vejo nada. Como vivesse no piloto-automático.
Essa é só uma das peças que me minha mente me prega na sua ausência.
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