quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Sr. & Sr.ª Smith; sinopse:

Brad Pit e Angelina Jolie, atores principais do filme, são dois agentes secretos - casados, que trabalham para uma agência de serviços secretos que são inimigas.
Quando essas descobriram que os dois eram casados, formularam um plano para matá-los.
Então ambos vão para uma suposta missão: os dois tem o mesmo alvo, então pensam que o conjugue é, na verdade, inimigo; o que os levam a atacar um ao outro sem conhecer a identidade do adversário.
Depois de investigações e análises, percebem que, na verdade, o que eles julgavam ser um inimigo secreto é a pessoa amada, que vive junto, compartilhando a mesma casa...
Eles se confrontam, brigam, lutam e pensam que foram enganados; ambos acham que o casamento foi só uma armação para destruir suas carreiras.
No meio da briga, com as armas apontando um para o outro, percebem que o amor ainda é presente; e que é grande. Nesse momento eles param de brigar e decidem ficar juntos novamente.
Agora os dois têm então um impasse: juntos, eles têm grandes chances de serem mortos por outros homens da agência que trabalham – que se uniram para concluir o plano de exterminá-los; mas separados, têm grandes chances de escapar e sobreviver ao ataque. Porém uma vez distantes, o risco de não se encontrarem nunca mais também era enorme. Eles fugiriam e isso os afastaria para sempre.
Diante dessa situação os personagens preferem confiar no amor, arriscar e lutar com os agentes, que vieram juntos e em grande número para atacá-los e destruí-los.
Eles agem em conjunto, confiando um no outro, mesmo depois de muitos anos de omissões e disfarces, e acabam com todos que os atacaram. O amor vence no final e eles vivem felizes para sempre.

Qualquer semelhança é mera coincidência;

domingo, 25 de outubro de 2009


Amanheceu mais uma vez: é hora de acordar pra vencer e ter o que falar, alguém pra mandar, uma vida pra ordenar, o poder acumular. E aí então viver, viver e prosperar.
Mais nada pra pensar: me, myself and I.
E assim permanecer. Revelar status quo. É tudo que penso ser. Ilusão é questionar.
O sonho médio vai te conquistar e todo dia iremos juntos ao shopping pra gastar.


Ter. E sempre acreditar: princípio, meio e fim.
A hipocrisia vai vencer e vamos sorrir pra você.
Será uma festa em meio ao caos e as pessoas feias pagarão.
Pois somos os eleitos – pelo menos achamos ser.
Nossa raça é superior, mas vou fingir ser daquela cor.
Roberto Campos é o nosso guru e pra sempre seremos liberais pra trabalhar, pra viver.
Não importa se meus filhos não terão educação, eles têm que ter dinheiro e visual.
O sonho médio vai te conquistar: mentalidade de plástico e uma imagem a zelar.

terça-feira, 13 de outubro de 2009



Imagino o mar. Ele é calmo, com ondas fraquinhas. A gente está mergulhando. Agora nossa cabeça é a única parte do nosso corpo que não está submersa. Nossas cabelos estão sedutoramente molhados. Eu te olho, você me olha, eu digo que te amo e você me beija. Vamos pra areia, branquinha e aquecida pelo sol das quatro da tarde; Na primavera, em Ilha Grande, o sol se põe bem tarde, cheio de graça. Deitamos e nos abraçamos. Eu te faço prometer que você nunca vai me deixar. Tem areia nos nossos cabelos, mas a gente não se importa; só nos beijamos e esperamos o Sol cair, deixando uma luz laranja-avermelhada sob o nosso corpo. Voltamos pra casa depois que ele se despede; entramos com cuidado - pra não sujar tudo de areia – deixando um rastro de cheiro de maresia e protetor solar; tomamos banho juntas: costas, barrigas, molhadas e escorregadias... você diz que está cansada, eu te ofereço uma massagem e depois de fazê-la nós transamos... Dormimos abraçadas: eu sentindo seu cheiro fresco e limpo, suas pernas macias e quentes com as minhas, meu cabelo embolado grudado no seu rosto, seu hálito quente no meu pescoço, narizes desesperados querendo ar... O gato sobe na cama, encosta nas suas costas e dorme conosco. Um gato mais dócil e mais conquistável

[...]


Eu estou disposta.
Disposta a não abrir mão de ti.
Disposta a engolir os maiores e mais venenosos sapos que me empurrarem.
Disposta a aprender a esperar a felicidade em longo prazo. A não ser tão imediatista.
Porque não quero abrir mão. Não quero ter que pensar que tudo entre a gente não existiu ou, simplesmente, não deu certo. Eu ainda tenho muitas coisas pra gente. Existem muitas frases que não foram ditas. Existem muitos momentos que ainda não foram vividos.
Eu quero poder desfrutar de todos os sonhos que eu ainda tenho, do seu lado. Porque só são realizáveis contigo. Não porque mais ninguém toparia, mas porque eu quero que seja com você. Tem de ser.
E estou disposta.
Que demore um ano ou dois. Que seja no Rio ou em Minas. Em Manaus ou no Mato Grosso.
Eu ainda tenho muito pra você. Tenho todo o meu potencial. Tenho toda a felicidade que ainda não me alcançou reservada pra compartilhar contigo.
Quero te fazer muito feliz. Quero te fazer rir. Quero te fazer perguntas. Quero te fazer planejar ou só viver, só arriscar. Quero o seu cheiro nas manhãs, tardes e noites. Devorar seu cheiro. Usar pra me servir.
Pode ser com cuidado, com confiança, com medo, com segurança, com paixão, com chuva... a gente molda e escolhe um jeito só nosso de fazer.
Quero um amor árcade; quero uma lancha; quero azul; verde; a Lua; cheiro; boca; mão; timbre; paladar; olfato; visão; audição; tato. Todos eles sincronizados.
Quero chás, cervejas, pipocas, docinhos, silêncio, sossego, edredons, massas com molhos brancos, filmes (muitos), livros, amigos (alguns), músicas, violões; nada de sanfonas. Quero que vivamos de amor.
Só não pode ser com pressa.
Não precisa entrar por essa porta agora e dizer que me adora. Eu posso esperar um momento mais propício.
Vambora?


O preconceito demasiado devora as pessoas.
Ele corrompe aquelas que, potencialmente, poderiam ser verdadeira e puramente boas. Ele destrói e transforma mães em monstros obsessivos compulsivos.
Transforma velhinhas inofensivas em Jasons.
Lembrando que eu disse preconceito e não discriminação.
Porque a última transforma qualquer tipo de gente em bichos-papões malditos, comedores de carne crua, da razão e da verdade do discriminado. Não importa se é hiper ou hipo. Discriminação é ruim em qualquer intensidade e para com qualquer tipo de diferença.
Preconceito eu entendo. Todo mundo tem. Sim. De verdade. Todos temos uma opinião pré-formada antes de conhecer alguma coisa (preconceito só é aceitável para mim se definido como anteriormente). Isso acontece.
Mas discriminação não é um sentimento aceitável e/ou sadio. Destrói, corrompe e estorva.
O que falta para nós é entender que é o outro é uma possibilidade de nós mesmos.
Eles são o que eu poderia ser se não fosse eu mesmo.
Não julgar nem discriminar sem tomar a devida ciência.
Tente enxergar o potencial das pessoas sob aquilo que ela te mostra a primore.
Seja ela boa ou ruim. Quase nunca o superficial é verdadeiro.

FICA TODAS AS DICAS .

quarta-feira, 7 de outubro de 2009


Anda pensando... em muitas coisas ultimamente...
Pergunto-me se somos reais. E se não somos reais ou se não somos o que achamos que somos, o que então nós realmente somos?
Qual o tamanho da nossa existência? Somos, então, humanos de, em média, 1,75m de altura, habitantes de planeta qualquer, cercados por água na Terra e estrelas no céu? Ou podemos ser resumidos a poeira cósmica no meio de um nada que nem sabemos o tamanho?

Penso que somos assim: pequinininhos – insignificantes, irrelevantes, idiotas – perto da grandeza do universo.
Vocês acham que são fodas, com suas teorias criacionistas, com suas religiões mono e politeístas, seu antropocentrismo, suas armas nucleares, suas políticas econômicas e favoráveis, suas roupas e tênis caros e confortáveis. Pensam que existem bichos verdes horrorosos lá fora quando, na verdade, fomos nós os não-desenvolvidos e feios. Somos nós a escória do universo que, sem perceber, fomos deixados de fora da convenção de esclarecimento que aconteceu para os mais inteligentes, pois usamos somente 10% do nosso cérebro animal. “Tudo é energia”, é o que dizem pra gente. E é isso que estudamos por, pelo menos 20 anos. Que somos energia. Que a terra tem um raio 100 vezes menor que o do sol, porém 20 vezes maior que o da Lua. Aí a gente fica achando que é grandão, fodão, espertão, malandrão. Reles mortais é o que somos; presos em um flóculo que denominado universo.

Quem pode me garantir que o que toco, sinto, vejo, mastigo, respiro, ouço, cuspo e engulo é real?
Quem vai me contar a essência humana, os segredos da vida, a origem das palavras? Quem vai descrever o ridículo núcleo atômico com clareza? Quem vai apontar o meu objetivo de vida, minha razão e importância na terra, minha sexualidade, meus gostos e desgostos pra que eu possa acreditar com certeza em tudo que me empurram por goela abaixo? Quem me vai dizer onde é o esconderijo de Deus, quem é o Messias, que dia a Terra irá eclodir e a quem devo obedecer para me salvar? Para quem devo mostrar que sou uma boa menina?
Eu só não consigo enxergar. Não enxergo o que fazemos aqui e nem do que somos feito além de aminoácidos, ácidos, lipídeos, carboidratos, etc...
Se temos uma alma, ela é feita de quê? Energia? :T

Assim como meu texto não vai mudar a vida e a rotina de ninguém, eu também não mudaria. E isso não é baixa-estima, depressão ou auto-exclusão. É a realidade. Assim como seria com qualquer um de nós.
Quer dizer, a menos que você seja Hitler ou Elvis, você será esquecido na próxima geração. Teremos sorte os netos e as viúvas lembrarem de nós depois de nossa morte.
Porque seremos passados e superados nessa Terra de nada e ninguém.

terça-feira, 6 de outubro de 2009


Você me ganha com as coisas que diz, que faz, que esconde e que pensa. Mas, ás vezes, também me afasta.
Quanto mais perto eu deixo você chegar, mais perto eu te quero de mim.
E quando você parti, leva uma parte minha contigo.
Não importa o tempo que passamos juntas, ele nunca vai ser o suficiente.
Meu coração estava um pouco e se não ainda amargo mas eu quero dar à você o meu melhor.
De fato as coisas não são do modo que a gente gostaria que fosse (que eu gostaria, pelo menos), mas contando que estejamos juntas, é o que importa pra mim.
Meu vocabulário pra coisas românticas é um pouco limitado; e ás vezes acho mais bonito não falar nada. Só olhar, afagar, ou beijar... Outras vezes é impossível falar porque o sentimento presente é grande e sufocante demais – o que não é ruim :)
Mas te digo: a cada dia que passa eu me encanto mais e mais por você. Amo-te mais e mais.
Arriscar. Palavra que me apavora. Mas com você é impossível não ter a tal vontade de deixar acontecer... Pagar pra ver até onde posso ir com você - e espero que longe.
Ultimamente tenho tido a certeza de que fiz a escolha certa...
Não tiro você da cabeça. Nunca mais.
Cada dia acredito mais que somos muito mais lindas juntas :**;

Precisar, precisar mesmo, eu preciso é de companhia, de carinho, atenção. Amor.
Querer, querer de verdade, eu quero você do meu lado, atenciosa e me amando com carinho.
Mas muito, realmente muito, eu quero você.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009



Não é fácil.
A felicidade é um sentimento popular e pode ser facilmente confundido com outros.
Alegria, entusiasmo, satisfação, prazer...
Mas a felicidade é muito maior que todos os anteriores. É mais difícil e complexo de ser alcançado. Depende de uma cadeia, de uma série, e um conjunto de reações que, combinadas, possibilitam o indivíduo de ser feliz.
A felicidade é sutil. É simples e é sutil; porém tem muitas nuances.
Nuances na intensidade, na quantidade, na duração e no peso que ela tem para ti.
A felicidade é, muitas vezes, difícil de identificar. Ouvimos por aí: "Ai! eu era feliz e nem sabia".
Porque é intangível. Não existe uma máquina nem uma pessoa que te diga se você é feliz ou não. E se não, como fazer para ser. Não existe um manual. Nem regras. Na verdade, ultimamente tudo anda querendo fugir das regras. Tudo quer ser a excessão. Tudo e todos.

Pelo menos pra mim, a felicidade depende de um balanceamento de poderes, quereres, gostares e pesares. Quando está tudo certo, equilibrado, ajustado e estável, está tudo bem. Tudo feliz.
Não gosto da felicidade em curto prazo. Até porque pra mim isso tem outro nome.
Os elementos primitivos à felicidade têm que estar sólidos e duradouros...
Também penso e estou quase certa de que pessoas não podem ser felizes sozinhas. “Impossível ser feliz de fato em alguém pra amar”. Não precisam de uma dependência nem de uma “metade da laranja”. Só de alguém para dividir a felicidade, as queixas, o problemas, os sonhos, os gostos, a sabedoria, a diversão, o silêncio, os carinhos, os defeitos, as qualidades, a vida, o amor.

Não me lembro de nenhuma outra vez que estive tão feliz quanto estou hoje;



A única coisa que você pode controlar é o seu comportamento.
Até um dia de chuva pode ser bem aproveitado.
O grande segredo das pessoas bem sucedidas é a persistência.